Saiba sobre a evolução do mercado

A securitização de créditos, tanto imobiliários quanto do agronegócio, tem apresentado forte crescimento nos últimos anos. Esse desenvolvimento tem como base uma série de fatores, incluindo: (i) a instituição do Sistema de Financiamento Imobiliário e aprimoramento do arcabouço legal, posteriormente adaptado também para operações de securitização no setor do agronegócio; (ii) aumento da necessidade de financiamento dos setores imobiliário e agrícola, para atender o crescimento desses mercados e (iii) atratividade dos títulos de securitização por parte dos investidores.

O mercado de securitização de recebíveis imobiliários no Brasil evoluiu significativamente a partir de sua criação, em 1997, passando a apresentar configurações mais complexas de operações de cessão de recebíveis e um aumento mais consistente dos volumes de emissões de CRIs a partir de 2006, quando esse mecanismo de fomento ao financiamento imobiliário passou a ser utilizado com maior freqüência, tanto nas operações pulverizadas quanto nas operações estruturadas.

Já o mercado de securitização de recebíveis do agronegócio, de implantação mais recente, aproveitou-se do arcabouço legal já existente para o mercado imobiliário, o que acelerou sua expansão, notadamente a partir de 2015.

Os gráficos a seguir mostram a evolução do volume de emissões públicas de acordo com dados da CVM desde 1999 até 2018.

emissões de CRI

O gráfico a seguir mostra a evolução do estoque de CRI na CETIP desde 1999 até 2018.

estoque de CRI

O gráfico a seguir mostra a evolução do volume de emissões de CRA na CETIP desde 2009 até 2018.

Emissões de CRA

O gráfico a seguir mostra a evolução do estoque de CRA na CETIP desde 2009 até 2018.

Emissões de CRA